Gratidão à Aparecida

Uma singela homenagem à minha vó materna, a quem tanto devo, e que não está mais conosco:


Belas manhãs que brilharam outrora
A casa cheia, o pão e o café
Lembro do abraço e do cafuné
Que eu recebia das mãos da senhora

Lembro de histórias que você contava
Do sofrimento que passou na vida
Tão pequenina, mas tão destemida
Entregou-se sempre pelos que amava

Hoje não temos mais sua presença
Mas você vive em cada um de nós
Levo comigo sua doce voz

E sinto em mim uma ternura imensa
O meu consolo depois da partida
É ser sempre grato à Aparecida.

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